AFRONTA MC

Vila Velha - ES, 2001

 

Joá Vi Pereira é o nome da travesti capixaba que atua no HipHop e dá vida a rapper Afronta Mc. Iniciou sua carreira nas batalhas de rima da sua cidade Vila Velha (ES) e desde então segue se movimentando em prol da luta por dignidade humana a pessoas como ela, utilizando da música e da arte para transmitir sua mensagem de força e enfrentamento às opressões.

 

URSULA  PUSSYNAILS

Icaro Goulart é quem traz ao mundo a Drag queen Ursula Pussynails, figura de representatividade preta e gorda. E é de onde vêm as referências dela tanto em vestuário quanto para música. Sua estreia nas picapes foi em 2016, quando realizou sua primeira mixagem e desde então não parou. As duas se unem para representarem juntas dois elementos do HipHop e, para além disso, mostrarem que corpos LGBTQIA+ também são pertencentes e atuantes dentro desse movimento cultural. Cada performace delas visa causar um impacto positivo a quem assiste e, também, um reconhecimento das vivências que elas pautam em seu trabalho.

JAQUELINE VASCONCELLOS a.k.a JACK SOUL REVENGE GIRL

Salvador - BA, 1980 

Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Meios e Processos Audiovisuais da ECA (USP - 2019). Phd em Dança, pela Universidade Federal da Bahia. Trabalha como coordenadora de projetos no Instituto Arte na Escola. Foi assessora especial no Gabinete da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia, de 2018 a 2021. Trabalhou de 2016 a Janeiro de 2018 como Programadora Cultural, no Instituto Itaú Cultural, compondo a equipe de Artes Cênicas. Entre 2014 e 2016, atuou como programadora cultural na Oficina Cultural Oswald de Andrade. Hoje coordena o projeto "Ofó Nkonson", uma empresa de consultoria, cujo produto principal são lives educativas no YouTube, sobre temas prementes da contemporaneidade, com a participação de diversos ativistas, atores sociais e pesquisadores de áreas do conhecimento. Atuou em mostras, exposições e diversos festivais, tais como: Mostra de Performance De|Generadas - Sesc Santana (SP) - Mar/2015; XOQUE - Mostra de Performance da Casa Vermelha (SC) - Jun/2015; Selecionado para o In Vivo y Diferido 2015 com a obra audiovisual “Peso Masculino”; Exposição Sessões_Mais Um Pornô - Palacete Carmelita / SP. Agosto 2015. De|Generadas ² - Sesc Santana – 12/3/2016; Chá de performance – Viaduto do Chá / 28-1-2016; Festival Ibero-americano de Teatro de Santos – MIRADA 2016; Corpus Urbis – Festival de Performance em Espaço Urbano – Macapá 2016; Convergência – Festival de Performance – SESC palmas; Festival La Plataformance – resistência em rede 2016; Transitória Mostra – Caxias do Sul (Mostra de Performance) – 2017; Festival La Plataformance – Lado B – 2017; Residência e Festival Corpus Urbis 4ª edição - Oiapoque! (Performance Contra-Ataque) - 2018; FIAC Bahia 2018 (Performance Peso Masculino); Flexões Performáticas - CCBB/SP - (Impróprio para Consumo) - 2019; Mostra Artística do 6o. Encontro Científico da Associação Nacional de Pesquisadores em Dança - ANDA (Não Alimente os Animais); Aldeia Vale Dançar - 2019 (Não Alimente os Animais) e Lançamento do projeto "Mar de Performance" do La Plataformance, em Santos, Dezembro de 2019 (performance "Gbadurá para o fim dos tempos").

 

Foto: Tacun Lecy

MILO, O SENSÍVEL

Londrina - PR, 1980

 

Drag king piranho inspirado nos ícones da música romântica brasileira dos anos 80 e 90 como Wando, Amado Batista, Roberto Carlos. Ele é cavalheiresco, desconstruído até a página 2: o suficiente para se autoproclamar feministo. É uma piada ambulante, mas sequer suspeita disso.

Foto: Mônica Lachman

NATALIE MIRÊDIA

Vitória - ES / São Paulo - SP, 1992

 

Mestranda na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em Artes Visuais. Desenvolve pesquisas na área de Teoria e História da Arte Moderna e Contemporânea, Performance e Processos Criativos. Participou de exposições e mostras no Brasil e no exterior, como no Instituto Tomie Ohtake, nas Caixas Culturais do Brasil, na Academia de Teatro de Helsinki, no Centro Le Lieu en Art Actuel, Canadá, no Núcleo Arts Centre, Reino Unido, no Centro Cultural Manzana de la Riviera, Paraguai, entre outros. Trabalha também como arte educadora a partir de dinâmicas e projetos independentes que agregam diferentes grupos etários, como crianças a partir de 3 anos e pós-graduandos na área de artes e afins. 

PC

Vilhena - RO, 1980

 

Formado em filosofia, mestre em Ciências Sociais, doutor em Educação. Professor universitário da Fundação Universidade Federal de Rondônia (UNIR), campus Vilhena, no Departamento Acadêmico de Ciências da Educação. Performer com ações e instalações que dialogam com negritude, afetos, decolonialidade e existências nos/pelos espaços, com trabalhos já apresentados em Portugal, Reino Unido e alguns festivais brasileiros.

PEDRO GALIZA

São Paulo - SP, 1996

 

Pedro Galiza é uma pessoa não binária e seu trabalho como artista do corpo engatilha propostas de criações que se estendem por diversos fazeres artísticos - seja na arte da ação, na performance, na música, no cinema/audiovisual, na dança, no teatro, na moda... Suas pesquisas têm a autonomia; a cultura do remix; a pulsão de morte/vida; e essencialmente, a transfiguração. Seus trabalhos foram exibidos em festivais e mostras no Itaú Cultural, SESC Santos, SESC Ipiranga, SESC Santo Amaro, SESC Paulista, SESC Pompéia, CCBB, MIS - Museu de Imagem e Som, Funarte, CCJF RJ e UNIFAP - Macapá. Colaborou com a artista Vera Sala durante residência na Casa das Caldeiras, colabora em projetos com Mirella Brandi x MuepEtmo na Alemanha (Acker Stadt Palast, Berlim). Colabora também com a transcoreógrafa Thelma Bonavita (1ª Mostra do Avesso - CCSP) e na Bienal SESC de Dança 2019.É integrante do Núcleo Entretanto, dirigido por Wellington Duarte. Também é integrante da estação de trabalho colaborativo La Plataformance desde 2015.